| 02/03/2008 - Criança |
| Quando procurar um médico? |
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Diante de tantas mudanças físicas, que sempre acabam envolvendo também o lado emocional, é muito importante que a criança e o adolescente tenham acompanhamento médico e possam conversar com pessoas em que confiam. Este é o pensamento do médico pediatra Ajax Rabelo Machado e da psicoterapeuta corporal Gretta Rodrigues de Souza.
O pediatra acredita que é necessário um acompanhamento médico para verificar se as mudanças estão acontecendo com naturalidade e dentro dos padrões esperados. “Apesar de cada um ter seu tempo, podemos nos deparar com algumas anormalidades”, diz. Mas, ele deixa claro que o melhor médico é sempre aquele em quem o paciente confia. “Não importa se é um pediatra, ginecologista ou urologista. É imprescindível que ele tenha preparação para avaliar e que conquiste a confiança do paciente”, diz Ajax.
Seguindo esta linha de pensamento, Gretta de Souza considera importante a participação de um terapeuta para acompanhar o emocional da criança ou adolescente neste processo de mudanças, mas, independente disso, é sempre importante que eles possam conversar com pessoas que confiem e possam orientá-los da melhor forma.
E aí vai uma dica: não precisa se envergonhar nem ter medo. Crescer é um processo absolutamente natural! |
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Dayran Carvalho |
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| 15/08/2008 - Geral |
| Retorno ao mundo dos solteiros requer esforço |
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Todo Carnaval tem seu fim, já dizia o refrão de uma marchinha. E, assim como a festa do Momo, os relacionamentos também podem chegar a um ponto final. Por mais que toda mudança de vida não seja fácil, principalmente quando vem permeada por frustrações e incertezas, ainda é possível retomar as rédeas da situação.
E hoje, quando se comemora o Dia do Solteiro, há mais um motivo para virar o jogo. “Basta força de vontade e alguma coragem”, ensina a psicoterapeuta clínica Gretta Rodrigues de Souza. “A pessoa passa pela dor da perda, sente medo do novo e um vazio que parece não ter fim, mas é preciso esforço para se abrir ao novo momento”, observa.
Depois de se relacionar por um ano e meio e pedir a namorada em casamento, o empresário Miguel Curi Mauad, 53 anos, ficou sozinho quando ela mudou-se para a Espanha. Ainda hoje, tenta retomar o hábito de sair à noite para conhecer novas mulheres.
Mas, para pessoas como Miguel, que tiveram relacionamentos longos, a maior dificuldade é reencontrar amigos que também estejam solteiros. Por isso, muitas vezes acaba saindo sozinho. “Pego alguma bebida no bar e fico observando as mulheres”, diz.
Apesar de ser muito cuidadoso com a aparência e se considerar um homem bem conservado, o empresário confessa que a falta de prática, às vezes, o deixa inseguro. “É complicado. Depois de um relacionamento longo, a gente perde o jeito, não sabe nem como se aproximar de uma mulher para conversar”, revela ele, com a experiência de quem já esteve casado por oito anos e namorando outros dez anos.
À procura
Também divorciada e com um filho adulto, a hoje ‘solteira’ Elisabete Regina Gomes Costa, 44 anos, diz estar à procura de um novo amor, apesar da experiência traumática que vivenciou três anos atrás. “A gente sente necessidade de carinho, afeto e calor humano. Não adianta se fechar”, pondera.
Elisabete conta que, depois de se separar do primeiro marido, encontrou um novo companheiro, com quem viveu até ele ser vitimado por um acidente de carro. “No primeiro ano, a gente passa por uma grande desorganização emocional e financeira. Mas aos poucos, vai tentando se acostumar à nova situação”, conta.
Esquecer os traumas, adaptar-se à nova realidade e saber o que dizer na “hora H” são algumas das dicas da psicoterapeuta Gretta. Ela concorda que são muitas as dificuldades a serem superadas e explica que a mudança no estado civil é uma transformação de identidade social complexa. “As pessoas acabam adotando uma rotina muito ligada ao companheiro e, se o ex-casal tiver amigos em comum, esse momento pode ser mais difícil ainda”, observa.
Para quem saiu traumatizado de um relacionamento, a psicoterapeura dá algumas dicas: conversar com amigos sobre a tristeza, desenvolver a auto-estima e cultivar momentos de prazer. Ela explica que até mesmo um novo corte de cabelo ou uma renovada no guarda-roupas podem abrir caminho para a mudança. “Mas antes de tudo, é importante nunca esquecer de que a dor faz parte do processo, e que é preciso vivenciá-la como uma forma de crescimento pessoal”, orienta. |
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Tisa Moraes |
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